Operação Coruja: Imetro-SC promete fiscalização para coibir fraudes em postos de gasolina

Equipes do Imetro-SC (Instituto de Metrologia de Santa Catarina) deflagraram a Operação Coruja, nesta quarta-feira, em postos de combustíveis do centro da Florianópolis. Foram vistoriadas 61 bombas e, conforme repassado, apenas uma foi reprovada.

Fiscais do Imetro-SC, em trabalho de monitoramento das bombas dos postos de combustíveis – Foto: Leo Munhoz/ND

Duas equipes foram escaladas para os trabalhos. A primeira equipe, segundo repassado pela comunicação do Imetro-SC, visitou três postos e analisou 28 bombas, onde todos os instrumentos foram aprovados.

Já a segunda equipe visitou dois pontos e avaliou outras 33 bombas medidoras. Uma bomba foi reprovada, segundo repassado, por estar com o sistema de desligamento automático superior a 60 segundos.

Apesar do registro único, o Imetro-SC, em nota, sinalizou que “os consumidores estão sendo respeitados” e, ainda, que “os proprietários dos postos estão mais conscientes”.

O Instituto, segundo repassado, promete seguir com operações de fiscalização, não só aos postos de combustíveis, mas em outros estabelecimentos pelo território catarinense.

Postos de combustíveis são prioridade

O presidente do Instituto de Metrologia de Santa Catarina, Rudinei Floriano, coincidência ou não, foi o entrevistado desta semana no podcast Fala, Catarinense, um produto veiculado pelo Governo do Estado de Santa Catarina.

Dentre outras coisas abordadas no material, está o detalhamento desse trabalho de fiscalização em postos de combustíveis.

Imetro-SC e o trabalho de fiscalização dos agentes – Foto: Leo Munhoz/ND

“É justamente para verificar se a bomba de combustível está marcando, no display, realmente é a quantidade que está entrando no tanque do consumidor. O fiscal vai até o posto, pede 20 litros de gasolina e confere se essa quantia está, de fato, sendo repassada ao consumidor”, resumiu.

Rudinei ainda acrescentou que, dependendo dos casos, os estabelecimentos são notificados, multados ou até mesmo lacrados, dependendo da possível discrepância entre os valores anunciados e os repassados.

O presidente ainda explicou que o instituto, que é uma autarquia do Governo de Santa Catarina, tem focado na situação dos postos de combustíveis.

“São equipamentos que, não são raras as vezes que apresentam defeitos, e nem sempre é má fé ou picaretagem do responsável pelo estabelecimento, as vezes é dano mesmo, falha mecânica e até mesmo desleixo do gerente do posto por não fazer esssa fiscalização diariamente”, explicou Rudinei.

 

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