Advogado é preso duas vezes por dirigir embriagado em Curitiba em intervalo de 6 horas, diz polícia

Homem foi solto nesta terça-feira (1º) após pagamento de fiança de R$ 6 mil; na primeira prisão, valor foi de R$ 3 mil para ser liberado. Ele estava com a CNH cassada, informou a Polícia Civil. Advogado é preso duas vezes em poucas horas por dirigir embriagado
Um advogado foi preso duas vezes na segunda-feira (31), em um intervalo de 6 horas, por dirigir embriagado, segundo a Polícia Civil. Ele foi solto no início da tarde desta terça-feira (1º) após pagamento de R$ 6 mil em fiança. Na primeira prisão, o valor para ser liberado foi de R$ 3 mil, informou a polícia.
Por volta das 17h30 da segunda, o homem sofreu uma queda de moto. Conforme a polícia, ele foi abordado e teve a ingestão de álcool constatada. Por isso, acabou sendo preso em flagrante pela Polícia Militar (PM) e levado para a Delegacia de Delitos de Trânsito (Dedetran).
De acordo com a Polícia Civil, o advogado está com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) cassada. Ele também não estava habilitado para conduzir motos.
Após a primeira prisão, o homem foi solto por volta das 20h30 da segunda. Segundo a polícia, ele saiu da delegacia acompanhado pela família.
Homem ficou preso na Delegacia de Delitos de Trânsito (Dedetran) de Curitiba
Reprodução/RPC
Por volta das 23h30, ocorreu a segunda prisão do advogado. A polícia informou que a Guarda Municipal (GM) recebeu denúncias de que havia um motorista fazendo manobras perigosas na região da Praça da Ucrânia.
Ao chegar no local, os guardas localizaram o veículo, mas não identificaram as manobras. O advogado foi abordado, e o teste do bafômetro apontou novamente que ele havia ingerido bebida alcoólica.
Depois de ser preso pela segunda vez, ele foi levado novamente para a Dedetran.
“Ele já conta com algumas passagens pela direção de veículo automotor após ingerir bebida alcoólica. Nos dois casos vai responder não só por embriaguez, quanto também pela CNH cassada. Tenho certeza que o Judiciário será bem rigoroso até pela conduta que ele teve nesse período”, afirmou o delegado Leonardo Carneiro.
Ainda conforme a polícia, em 2016 e 2019 o homem também havia sido preso pelo mesmo motivo.

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