Brasil, o país da música sertaneja. Mas isso é bom ou ruim?

 

Mariano – O cantor sertanejo que faz dupla com o amigo Munhoz tem 33 anos e ganhou o coração do país com os hits Camaro Amarelo e Eu Vou Pegar Você e Tãe, além de também atua como modelo.  Foto: Divulgação/Record TV

O Dia do Músico é comemorado anualmente hoje,  todo dia 22 de novembro, homenageando os que vivem e se dedicam a essa arte. O Ecad (Escritório Central de Distribuição e Arrecadação) aproveitou a data para fazer um levantamento especial, identificando as 20 músicas listadas como brasileiras em seu banco de dados, um dos maiores da América Latina, mais tocadas em todos os segmentos de execução pública no Brasil nos últimos cinco anos. A notícia pode ser considerada triste num país que criou a bossa nova, o samba, a jovem-guarda. No ranking do Ecad, uma das curiosidades foi a predominância do sertanejo como o gênero musical mais presente no dia a dia dos brasileiros ao ocupar quatro das cinco primeiras posições.
Já contei essa história: um turista do jet set internacional veio passar um mês em Floripa e apaixonado pela Ilha e pelas pessoas que começou a conhecer daqui resolveu ficar. Alugou uma baita casa em Jurerê Internacional, mais parte dos beach clubs e do P12. Dois meses depois arrumou as malas e entregou o imóvel com 50% já pago e foi embora. Aos  amigos confessou ser impossível estar numa festa com todas as mulheres cantando juntas todas as musicas de todos os cantores sertanejos que faziam parte da programação de Verão do badalado balneário. Isso ele não aguentou.
Ou seja, ficou por causa das lindas mulheres, mas também foi embora por causa elas.

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