Playlist: 5 coisas imperdíveis para ler, ver e jogar em agosto


O primeiro samuraiOs Sete Samurais, dirigido por Akira Kurosawa, é um dos maiores clássicos do cinema. Este game é uma espécie de prólogo, que se passa durante a invasão do Japão pela Mongólia no século 13 – e tem um “Modo Kurosawa”, que deixa a imagem em preto e branco e com alguns chuviscos, como na obra de 1954. Isso, mais os diálogos em japonês (com legendas em português), produz um resultado incrível: parece que você está jogando um filme.

Janelas para o mundo

Nunca se olhou tanto pela janela quanto agora, com a humanidade presa em casa durante a pandemia. Mas e se você visse o mundo pelas janelas de outas pessoas? Essa é a ideia do site WindowSwap, que mostra vídeos gravados nas janelas de 26 países. Dá para viajar vendo o campo na Bavária (Alemanha), o movimento de Copenhague (Dinamarca), a chuva em Gurgaon (Índia) – e, se você se empolgar, até mandar um vídeo da sua própria janela.

O ano em que tudo aconteceu

Cuba expulsou dezenas de comunistas por serem comunistas demais. O Vietnã do Norte atacou cem cidades do Sul e virou o jogo conta os americanos, a Primavera de Praga desafiou a URSS, o médico Christiaan Barnard transplantou o coração de um doador negro para um paciente branco – na África do Sul, em pleno Apartheid. E tudo isso só em janeiro. Neste livro, o jornalista Roberto Sander conta as histórias de um dos anos mais turbulentos do século 20.

O universo numa tarde

A luz solar leva 8 minutos para alcançar a Terra, mas demora até 170 mil anos para sair de dentro do Sol. Mercúrio passa de 400 graus, mas também tem gelo. Essas e outras curiosidades sobre o Sistema Solar num livro rápido e direto – para ler de uma vez só.
© Divulgação/Reprodução
“As manchetes nunca são vazias e idiotas o suficiente”, diz um diretor da WWW, empresa que controla a publicidade online – e adora fake news, porque rendem mais cliques. No romance do alemão Marc-Uwe Kling, o futuro é uma distopia pastelão: os robôs são preguiçosos, os computadores são burros e as pessoas usam um implante cerebral que só dá palpites furados.

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