Polícia apreende celular e carteira de grávida assassinada em Canelinha

A Polícia Civil apreendeu o celular e a carteira da grávida Flávia Godinho Mafra, de 24 anos, assassinada na cidade de Canelinha. Os itens foram encontrados na casa dos principais suspeitos pelo crime: a suposta amiga da vítima e o marido.

Na terça-feira, dia 1º de setembro, a polícia realizou buscas na residência do casal. Lá, foram encontrados os itens pessoais de Flávia.

O casal segue preso e é investigado por homicídio triplamente qualificado, sequestro, lesão corporal grave e ocultação de cadáver. O marido ainda nega ter participação no crime e envolvimento no caso.

Lembre o caso

Grávida de 36 semanas, Flávia, moradora de Canelinha, foi encontrada sem vida na manhã de sexta-feira, dia 28 de agosto. Ela estava desaparecida desde a tarde de quinta, dia 27, quando foi vista pela última vez entrando no carro de uma amiga para ir a um suposto chá de bebê surpresa em São João Batista.

Seu corpo foi encontrado em uma cerâmica de Canelinha, sem o bebê. Ele estava com marcas de tijoladas na cabeça e também lesões nos braços, que indicaram que ela tentou se defender dos golpes. A perícia apontou que a causa da morte foi hemorragia, causada por um corte profundo na barriga no momento de realizar o parto forçado. O estilete foi encontrado no local do crime.

Logo após cometer o crime, a assassina de 26 anos deu entrada em um hospital afirmando ter dado a luz a uma criança. Em depoimento à polícia, ela confessou e afirmou ter planejado o crime.

A suspeita contou à polícia que engravidou no ano passado, mas que perdeu seu bebê em janeiro. Ela não comunicou o fato aos familiares e manteve a empolgação da gravidez. Flávia foi escolhida pela criminosa em razão das coincidências de prazos da gestação.

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