Prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), durante coletiva de imprensa

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), afirmou nesta terça-feira (18) que a volta às aulas em outubro depende de novos testes na população da capital.

A gestão também realizou mais uma etapa do inquérito sorológico que estuda como está a taxa de imunização, agora com foco em crianças e adolescentes.

Segundo o estudo, dois terços dos jovens em idade escolar da rede pública municipal que testaram positivo para Covid-19 são assintomáticos.

O levantamento mostra que 25% das crianças e adolescentes da cidade em fase escolar moram com pessoas do grupo de risco, o que acarretaria em uma elevação do risco de contaminação em caso de retorno das atividades escolares.

Prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), durante coletiva de imprensa

Covas reforçou ainda que não há previsão para o retorno das aulas presenciais. O governo de SP autorizou a retomada das atividades de “acolhimento” com 35% da capacidade das salas.

“Retomada às aulas nesse momento, para a prefeitura de São Paulo, significaria a ampliação do número de casos, internações e óbitos na cidade de São Paulo. Razão pela qual, na cidade de SP, nós não teremos o retorno às aulas em setembro, como o estado autorizou, com apenas 35% das salas funcionando. Isso não ocorrerá. Ainda temos o horizonte de outubro, porque ainda teremos outros inquéritos sorológicos, inclusive com as crianças da rede estadual e privada. Esse foi específico para a rede municipal.”, enfatizou Covas.

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